“Under this alternative system, the major means of industrial production—such as mines, mills, factories, and railroads—would be publicly owned and operated for the benefit of all.”seção Marxian communism, terceiro parágrafo
Propriedade coletiva
Fábricas, terras, minas e grandes empresas passam a pertencer à sociedade e a ser usadas em benefício de todos, e não de um pequeno grupo de donos. Os bens de uso pessoal continuam sendo de cada um.
Para Marx e Engels, o que define o capitalismo é que os meios de produção (fábricas, terras, minas, máquinas) pertencem a uma minoria, e a maioria precisa vender sua força de trabalho para viver. A proposta comunista é transformar esses meios em propriedade social, administrada em benefício de todos.
O Manifesto deixa claro que isso não significa tirar das pessoas aquilo que elas usam no dia a dia: o objetivo é acabar com o poder de usar a propriedade para explorar o trabalho de outros. Há debate na tradição socialista sobre como essa propriedade coletiva deve funcionar, se pelo Estado, por cooperativas ou por outras formas de controle democrático. A Stanford Encyclopedia of Philosophy lembra que muitos socialistas não confundem propriedade social com simples estatização.
Fontes
“Communism deprives no man of the power to appropriate the products of society; all that it does is to deprive him of the power to subjugate the labour of others by means of such appropriations.”capítulo II, Proletarians and Communists
“In contrast to capitalism, socialism can be defined as a type of society in which, at a minimum, (i) is turned into (i*): (i*) The bulk of the means of production is under social, democratic control.”seção 1, Socialism and Capitalism